
Ventania

Vanguart
"O que era apenas um projeto solo do vocalista Hélio Flanders, com dois discos gravados - dentro do seu próprio quarto - se tornou o grande nome do independente brasileiro atual. O Vanguart teve uma trajetória meteórica ascendente desde que adquiriu o formato de banda, em 2005. Fez shows por todo o Brasil, foi destaque em programas de TV (Banda Antes e Tour Independente, da MTV; Som Brasil e Altas Horas, da Globo, entre outros) e após o lançamento de alguns singles de sucesso no meio indie, finalmente veio o tão aguardado CD. O primeiro álbum do Vanguart, auto-intitulado, encartado e lançado na revista Outracoisa, trouxe o folk rock trilíngue que tornou os cuiabanos "referência" para trilhar os incertos caminhos do circuito alternativo e que encanta platéias por todo o Brasil. O álbum foi aclamado por público e crítica, e credenciou o Vanguart como uma das maiores revelações da música brasileira dos últimos anos, passando a ser convidada para eventos cada vez mais importantes da música brasileira e internacional.Para encontrar uma definição para o som, é complicado. Tente imaginar um trem onde se encontra a psicodelia dos Beatles com a ironia de Bob Dylan, dando um tapinha nas costas de Tom e Vinícius, antes de encontrar Neil Young e Brian Wilson com seus Beach Boys na próxima estação."O álbum homônimo "Vanguart" chamou bastante atenção da mídia desde que foi lançado, onde podemos destacar:Pedro Moraes

Cantor e compositor, dono de uma voz privilegiada, de timbre incomum, Pedro Morais é uma das grandes promessas da música brasileira. Músico desde os sete anos e ganhador de diversos festivais, lançou em 2005 seu primeiro CD. Pedro se destaca na cena da MPB de Minas Gerais com um repertório próprio composto de canções densas e cativantes, resultando em mais de 100 apresentações anuais por todo o Estado.Natural de Belo Horizonte (MG), Pedro Morais, mudou-se aos 2 anos de idade para a cidade de Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha. Aos sete anos, começou a executar seus primeiros acordes ao violão, incentivado pelos pais. Pouco tempo depois, já familiarizado com um segundo instrumento, o bandolim, passou a freqüentar rodas de chorinho e samba-canção, se tornando o mais novo bandolinista do Vale do Jequitinhonha. Nessa época, começou a acompanhar seus pais, Vânia Morais e Dalton Magalhães, em festivais regionais, se habituando aos palcos. Aos 14, retomou o interesse maior pelo violão e passou a fazer apresentações solo. Posteriormente, já em Belo Horizonte, Pedro integrou uma banda de MPB e Rock, o que veio a contribuir para seu amadurecimento artístico-musical.Em 1999, Pedro Morais fatura o prêmio de melhor intérprete do16.º Festival da Canção de Turmalina – Festur – com uma música de sua própria autoria. Em 2003 gravar seu primeiro demo. Neste mesmo ano, se apresentou no projeto “Na hora do rush” e foi o vencedor do 22° Festival de Música do Vale do Jequitinhonha (FESTIVALE).No ano seguinte, participou como convidado do projeto “Viva a praça – cantores do BDMG cultural” e foi um dos vencedores do Conexão Telemig Celular 2004 – Novos Talentos na Música Mineira, participando do CD do projeto com as músicas “Minha Loucura” e “Muito Mais”. Esta última, com a participação especial de Marina Machado.Em 2005 Pedro grava o seu primeiro CD, homônimo, produzido “a quatro mãos” pelo baiano Luiz Brasil e o mineiro Flávio Henrique. O CD, com 12 faixas, 11 autorais e uma gravação à capela de “O Mestre Sala dos Mares”, de João Bosco e Aldir Blanc, contando com a participação de grandes instrumentistas brasileiros como Alberto Continentino (Baixo), Egler Bruno (Guitarras) Lincon Cheib(Bateria), Luiz Brasil (Violões), Paulo Calazans (Teclado), Ricardo Fiúza (Piano e Teclado) e a participação internacional do sueco Stephan Kurmann (Baixo Acústico), dentre outros.
Pedro Morais - 2005
Canto dos Malditos na Terra do Nunca
Andréa Martins faz música desde pequena. “Eu costumava escrever umas coisas e cantava. Quando aprendi a tocar violão, senti necessidade de musicar aquilo que vinha na cabeça.” Da cabeça da vocalista passando por sua voz e direto para as mãos de Helinho, Danilo, David e Leo, a melodia do Canto dos Malditos na Terra do Nunca nasce inesperada, com vida própria. “Parece que tudo vai sendo gravado na cabeça, no inconsciente, e de repente sai. Tem melodia que chega batendo brutal no peito”, diz Andréa.A banda existe desde 2003. Depois de 2 Eps gravados, abertura para os gringos do Placebo e presença no Banda Antes MTV, a banda finalmente registra sua estréia oficial em estúdio. Em outubro de 2006, é lançado nas lojas pela Warner Music “Canto dos Malditos na Terra do Nunca”. As 12 faixas foram compostas por Andréa (uma delas feita em parceria com Helinho) e produzidas por Carlos Eduardo Miranda e Tomaz Magno. O cd traz as músicas dos dois Eps acompanhadas por mais duas inéditas, sendo uma delas “Descansar”, com participação do irmão de Andréa, Ronei Jorge.As letras sobre um amor maldito, o vocal feminino grave e as microfonias inquietas se juntaram em palcos pelo país, fazendo render a indicação para o prêmio de banda revelação do Video Music Brasil 2006 da MTV, com o clipe de “Olha Minha Cara”. Além da indicação, a audiência da MTV colocou o clipe entre os mais pedidos da programação diária da emissora por mais de três meses. Se em 2006 o Canto dos Malditos fez uma estréia corajosa, sincera e intrigante, 2007 já começa surpreendente. 

